Há intenção por trás da apreciação?

Muitos de nós pensamos que elogiar alguém faz bem para quem está recebendo a apreciação, principalmente no mundo corporativo. Mas nem sempre o resultado é aquele que se espera.





Cansei de ouvir que “primeiro vem o elogio, depois vem a crítica”. No entanto, isso não faz nenhum sentido. Primeiro, porque é evidente que a apreciação, nesse contexto, pode não ser verdadeira, já que o interlocutor elogia esperando algo em troca. Segundo, porque quem está recebendo a apreciação percebe a intenção por trás desta e sua produtividade pode cair drasticamente.


Mas, então, não devemos elogiar? Claro que sim. Mas a chave de tudo está em apreciar com celebração!

Marshal Rosenberg define três componentes da apreciação:

1. As ações que contribuíram para nosso bem-estar 2. As necessidades específicas que foram atendidas 3. Os sentimentos agradáveis gerados pelo atendimento dessas necessidades


A comunicação deve ser bem intencionada.


Quando a comunicação é efetiva e bem intencionada, a intenção por trás da apreciação é genuinamente reconhecer as ações que o outro fez que atenderam às necessidades do outro ou da empresa, por exemplo, e se demonstrar os sentimentos que essas ações impulsionaram. Isso requer transparência, verdade e empatia, três características BÁSICAS que, no mundo corporativo, estão em falta.


Cumprimentos convencionais, frequentemente, podem ser interpretados como julgamentos, ainda que positivos, pois podem ter a intenção de manipular o comportamento do outro.

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